"Sou uma gota ďágua, sou um grão de areia..."
Qual a nossa importância diante da imensidão de estrelas do céu?
Não sou muito, mas o pouco que sou me faz acreditar que minha vida não está passando inutilmente.
Sou imperfeita. Perfeito é o céu e seu infinito.
Qual a minha importância nessa imensa Terra? Sou mais uma na multidão, um átomo.
Não sofro mais, nem menos, um livro, um capítulo, um parágrafo, uma frase, uma palavra, uma letra, mas nunca serei um ponto final.
Janaína Vieira
quinta-feira, 10 de setembro de 2015
Me privei de muitas coisas, por que eu não cabia, era feia e nunca arranjaria ninguém por ser gorda.
A crueldade de quem nos impõe viver limitado, inferiorizado e destinado a solidão me atormentaram durante muito tempo.
Vestir uma roupa que não dá, me olhar no espelho e se amada eram coisas das quais eu não esperava ter na vida.
Marcada, fragmentada...
Marcas que nunca somem, cicatrizes que nunca saram, o tempo e a vida me levaram a caminhos bem diferentes, caminhos tortuosos, beirando o abismo e no fundo do poço em banhada pelo preconceito, me encontrei. Nesse encontro, pude me livrar de todos os estigmas e o que me salvou foi o amor próprio.
Depois disso pude perceber que em cada um de nós existe uma força tamanha capaz de transformar as adversidades em degraus e a cada degrau existem possibilidades. Mas é preciso ser agente da mudança que precisamos.
Não aceitar passivamente os nãos que a vida nos dá, não permitir que entrem nas nossas vidas e nos desestabilizem e não aceitar que digam que não cabemos.
Aceitar o preconceito, seja ele de qual for a natureza é permitir que nossos algozes permaneçam disseminando a maldade.
Seremos testados o tempo todo, mas qual é o limite desses ataques? Qual é o tamanho da sua fragilidade? Esses ataques nos ferem a alma e só quem é gordo sabe e compreendem cada palavra escrita aqui. Chega um momento que precisamos reagir, deixar de ser vitimas e começar a ser autor de uma nossa história.
Se te disserem que você não cabe, mostre que o que não cabe é o ódio, o que não cabe é a maldade, o que não cabe é o preconceito.
Juntos somos mais fortes e a única coisa que nos cabe é a liberdade de ser quem somos, cheinhos de amor e de da certeza que podemos ser tudo que quisermos ser.
Janaína Vieira
A crueldade de quem nos impõe viver limitado, inferiorizado e destinado a solidão me atormentaram durante muito tempo.
Vestir uma roupa que não dá, me olhar no espelho e se amada eram coisas das quais eu não esperava ter na vida.
Marcada, fragmentada...
Marcas que nunca somem, cicatrizes que nunca saram, o tempo e a vida me levaram a caminhos bem diferentes, caminhos tortuosos, beirando o abismo e no fundo do poço em banhada pelo preconceito, me encontrei. Nesse encontro, pude me livrar de todos os estigmas e o que me salvou foi o amor próprio.
Depois disso pude perceber que em cada um de nós existe uma força tamanha capaz de transformar as adversidades em degraus e a cada degrau existem possibilidades. Mas é preciso ser agente da mudança que precisamos.
Não aceitar passivamente os nãos que a vida nos dá, não permitir que entrem nas nossas vidas e nos desestabilizem e não aceitar que digam que não cabemos.
Aceitar o preconceito, seja ele de qual for a natureza é permitir que nossos algozes permaneçam disseminando a maldade.
Seremos testados o tempo todo, mas qual é o limite desses ataques? Qual é o tamanho da sua fragilidade? Esses ataques nos ferem a alma e só quem é gordo sabe e compreendem cada palavra escrita aqui. Chega um momento que precisamos reagir, deixar de ser vitimas e começar a ser autor de uma nossa história.
Se te disserem que você não cabe, mostre que o que não cabe é o ódio, o que não cabe é a maldade, o que não cabe é o preconceito.
Juntos somos mais fortes e a única coisa que nos cabe é a liberdade de ser quem somos, cheinhos de amor e de da certeza que podemos ser tudo que quisermos ser.
Janaína Vieira
Ás vezes as pessoas precisam fazer uma limpeza mental, ficar um pouco sozinho, pra descobrir como é bom estar junto. Não ligar pras pequenas coisas, nem para as grandes coisas.
Ficar só e fazer uma analise interior. As pessoas tem medo da solidão e não sabem viver a dois. Estão inundadas com seu egoismo.
Não compreendem a simplicidade da vida, não sabem lidar com o não, seres pedantes, pequenos e frágeis.
Pessoas que não sabem jogar, porque pra jogar, tem que aprender a perder e a ganhar também.
Perder o que nunca teve, possuir o que nunca foi seu.
Rede de ilusão, abismo que se joga sem perceber.
Janaína Vieira


