sexta-feira, 18 de novembro de 2011





Tenho que ir, por que eu não posso mais ficar.
Meu coração pobre de sentimentos por um tempo voltou a acreditar que o amor existe.
Meu pobre coração estava livre e você chegou e o cativou, porém não cativou direito.
A vida te ensinou pobre coração que o amor não sobrevive sem a cegueira, quando enxergamos o amor ele se torna frágil demais.
Amor puro foi o que você dedicou, a última gota da fonte dos sentimentos que existia dentro de ti você doou.
Amor breve, porém marcante, vivo e vibrante.
Pobre coração você não tem forças pra arrancá-lo de ti, dedicaste cada instante do seu pulsar, cada minuto do seu sonhar, cada segundo do seu pensar, cada hora do seu viver, por alguém que nunca ligou em te querer.

Janaína Vieira
08/08/11

terça-feira, 15 de novembro de 2011


Canções de nós dois

Tanto-tanto, na cor do arco-íris, no breu, na obscuridade, onde o dedo do tempo e Deus possa me ouvir. Fico iluminado, quando encontro aquela estrela, corro contra o tempo, buscando o melhor lugar.
Apesar de cigano, nem um dia posso passar sem o seu infinito amor, meu bem-querer, eu pensei que você fosse o céu.
No baile dos anjos, somos românticos, me transformo em luar, com a memória do prazer, devaneio.
Amanheceu, no edifício no meio do mundo, estou em órbita, leve, sob os raios da manhã.
Do jeito que for, em tudo que é belo, tudo ilusão, tudo que tenho.
Á meia luz, vejo os seus olhos de nunca mais, que olha e não me olha, olhos de Ísis, bem ou mal, delicadeza, solidão.
No encontro das águas, eu não sei quase nada do mar, a luz do sol queima meu rosto.
Foi à saudade que me trouxe até aqui no trem da vida, tudo que eu tenho é um quase amor.
Pode ser? Por nós?
Um final feliz.

Janaína Vieira